Mundo
Comunidade internacional mobiliza-se para ajudar a Venezuela
Vários países da América Latina à Europa já vieram dar conta da sua disponibilidade para enviar ajuda para a Venezuela, abalada esta quarta-feira por dois sismos de 7,2 e 7,5 na escala de Richter. Há registo de pelo menos 164 mortos e mais de 1000 feridos, mas as autoridades estimam números muito superiores.
A comunidade internacional mobiliza-se escassas horas após os maiores sismos registados na Venezuela em mais de 100 anos.
Portugal reagiu durante a manhã de quinta-feira, exprimindo “profunda solidariedade a todo o povo venezuelano” num país com uma numerosa comunidade portuguesa e luso-descendente.
Logo às primeiras horas de quinta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Washington iria enviar “imediatamente” equipas de busca e salvamento, bem como “recursos médicos e assistência humanitária”.
Na rede social X, Marco Rubio acrescentou que os Estados Unidos “estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis”.
Ainda antes, Donald Trump tinha adiantado na rede Truth Social que os Estados Unidos “estão dispostos e aptos a ajudar”.
“Os dois grandes sismos que acabaram de atingir o nobre povo da Venezuela são de uma enorme magnitude e deixaram um número devastador de mortos”, acrescentou. O presidente norte-americano adiantou por fim que instruiu “todas as agências do nosso Governo a prepararem-se e a agirem rapidamente. Estaremos lá para os nossos grandes novos amigos”.
Ajuda europeia e chinesa
A União Europeia indicou que está pronta para prestar auxílio após o forte sismo que atingiu a Venezuela. "Estamos prontos para aumentar a nossa assistência", afirmou a Comissária Europeia para as Situações de Crise, Hadja Lahbib, através da rede social X.
A Alemanha já se prontificou a indicar que está disponível para enviar seis aeronaves com equipas de resgate e ajuda humanitária.
O Ministério alemão da Defesa adianta que poderá disponibilizar “o mais brevemente possível até seis aviões de transporte A400M assim que receber um pedido de assistência”. O envio destes aviões “permitiria, por exemplo, o transporte de pessoal e equipamento" da Defesa Civil alemã para a Venezuela.
Entretanto, o presidente francês Emmanuel Macron disponibilizou assistência do país, com o envio imediato de 85 socorristas.
A China, através do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fez saber também que está pronta a prestar “toda a assistência possível".
América Latina garante apoio
Também na América Latina, vários países já se disponibilizaram para ajudar a Venezuela. A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou a sua solidariedade com o povo venezuelano e confirmou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros já está em contacto com Caracas.
"Já instruí a preparação da ajuda necessária. Para já, solicitaram apoio junto de equipas de socorro e médicas especializadas", afirmou Sheinbaum.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou a sua "profunda preocupação e consternação" com os sismos e revelou que ordenou uma "avaliação" da situação e "das medidas de assistência que o Brasil pode adotar".
"Reafirmo a nossa determinação em apoiar o Governo da Presidente Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas desta nação irmã, cujo povo demonstrou grande resiliência perante a adversidade", acrescentou.
Também o presidente do Equador, Daniel Noboa, transmitiu a sua "solidariedade" ao "povo irmão da Venezuela" e confirmou que providenciou "o envio imediato de ajuda humanitária para fazer face a esta emergência".
A Presidência da Argentina expressou a sua "mais profunda solidariedade para com o povo venezuelano" e garante que está a acompanhar de perto a evolução da situação, “independentemente de quaisquer diferenças que possam existir entre os nossos governos”.
“O presidente Javier Milei estende a sua mão de solidariedade ao povo venezuelano perante um desastre natural que exige uma resposta de toda a comunidade internacional", lê-se num comunicado assinado pelo próprio Presidente argentino.
Manifestou ainda “a sua disponibilidade para colaborar com qualquer assistência humanitária que seja necessária, em coordenação com as organizações internacionais competentes".
Há também a resposta de El Salvador, com o presidente Nayib Bukele a indicar que "300 socorristas e paramédicos, juntamente com 50 toneladas de equipamento, medicamentos e mantimentos essenciais, estão prontos para partir para Caracas".
Portugal reagiu durante a manhã de quinta-feira, exprimindo “profunda solidariedade a todo o povo venezuelano” num país com uma numerosa comunidade portuguesa e luso-descendente.
“O Governo mostrou disponibilidade para envio de ajuda de emergência e humanitária em coordenação com as autoridades da Venezuela”, lê-se na publicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros através do X.
Também o primeiro-ministro afirmou que o Governo "está a acompanhar a situação de perto e está pronto para enviar ajuda de emergência e humanitária".
"A impressionante força dos sismos que afetaram a Venezuela une-nos a todos em volta de um país a que muitos portugueses chamam casa", escreveu Luís Montenegro, na rede social X.
"A impressionante força dos sismos que afetaram a Venezuela une-nos a todos em volta de um país a que muitos portugueses chamam casa", escreveu Luís Montenegro, na rede social X.
"Estaremos lá para os nossos novos grandes amigos"
Na rede social X, Marco Rubio acrescentou que os Estados Unidos “estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis”.
Ainda antes, Donald Trump tinha adiantado na rede Truth Social que os Estados Unidos “estão dispostos e aptos a ajudar”.
“Os dois grandes sismos que acabaram de atingir o nobre povo da Venezuela são de uma enorme magnitude e deixaram um número devastador de mortos”, acrescentou. O presidente norte-americano adiantou por fim que instruiu “todas as agências do nosso Governo a prepararem-se e a agirem rapidamente. Estaremos lá para os nossos grandes novos amigos”.
Ajuda europeia e chinesa
A União Europeia indicou que está pronta para prestar auxílio após o forte sismo que atingiu a Venezuela. "Estamos prontos para aumentar a nossa assistência", afirmou a Comissária Europeia para as Situações de Crise, Hadja Lahbib, através da rede social X.
A responsável acrescentou que o sistema europeu de deteção por satélite Copernicus foi ativado para apoiar os esforços de ajuda no terreno.
Espanha anunciou que está preparada para enviar 54 militares da unidade de resposta a emergências do Exército espanhol.
"A capacidade da equipa baseia-se no uso combinado de cães farejadores e de equipamento altamente especializado, como câmaras de busca e geofones", adiantou o Ministério espanhol da Defesa na rede social X.
"A capacidade da equipa baseia-se no uso combinado de cães farejadores e de equipamento altamente especializado, como câmaras de busca e geofones", adiantou o Ministério espanhol da Defesa na rede social X.
A Alemanha já se prontificou a indicar que está disponível para enviar seis aeronaves com equipas de resgate e ajuda humanitária.
O Ministério alemão da Defesa adianta que poderá disponibilizar “o mais brevemente possível até seis aviões de transporte A400M assim que receber um pedido de assistência”. O envio destes aviões “permitiria, por exemplo, o transporte de pessoal e equipamento" da Defesa Civil alemã para a Venezuela.
Entretanto, o presidente francês Emmanuel Macron disponibilizou assistência do país, com o envio imediato de 85 socorristas.
A China, através do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fez saber também que está pronta a prestar “toda a assistência possível".
América Latina garante apoio
Também na América Latina, vários países já se disponibilizaram para ajudar a Venezuela. A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou a sua solidariedade com o povo venezuelano e confirmou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros já está em contacto com Caracas.
"Já instruí a preparação da ajuda necessária. Para já, solicitaram apoio junto de equipas de socorro e médicas especializadas", afirmou Sheinbaum.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou a sua "profunda preocupação e consternação" com os sismos e revelou que ordenou uma "avaliação" da situação e "das medidas de assistência que o Brasil pode adotar".
"Reafirmo a nossa determinação em apoiar o Governo da Presidente Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas desta nação irmã, cujo povo demonstrou grande resiliência perante a adversidade", acrescentou.
Também o presidente do Equador, Daniel Noboa, transmitiu a sua "solidariedade" ao "povo irmão da Venezuela" e confirmou que providenciou "o envio imediato de ajuda humanitária para fazer face a esta emergência".
A Presidência da Argentina expressou a sua "mais profunda solidariedade para com o povo venezuelano" e garante que está a acompanhar de perto a evolução da situação, “independentemente de quaisquer diferenças que possam existir entre os nossos governos”.
“O presidente Javier Milei estende a sua mão de solidariedade ao povo venezuelano perante um desastre natural que exige uma resposta de toda a comunidade internacional", lê-se num comunicado assinado pelo próprio Presidente argentino.
Manifestou ainda “a sua disponibilidade para colaborar com qualquer assistência humanitária que seja necessária, em coordenação com as organizações internacionais competentes".
Há também a resposta de El Salvador, com o presidente Nayib Bukele a indicar que "300 socorristas e paramédicos, juntamente com 50 toneladas de equipamento, medicamentos e mantimentos essenciais, estão prontos para partir para Caracas".
O presidente do Chile, José Antonio Kast, o líder da República Dominicana, Luis Abinader, o presidente do Panamá, José Raúl Mulino e a presidente da Costa Rica, Laura Fernández, juntam-se ao grupo de países solidários e dispostos a enviar apoio imediato para a Veneuzela.
com Lusa